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Pedro, a Rocha. (Parte I)

[sadoutrina]

 

Esta é mais uma matéria Sobre Pedro. É com “grande freqüência” que estou postando matérias sobre Pedro, é que estou fazendo uma série de matérias e postando aos poucos, devido a falta de tempo para fazer uma maior.

Mas já foram (minhas próprias, fora as de outros autores): Continuar lendo

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O chefe humano da Igreja divina

[paraclitus]

28 de julho de 2011

E eu te darei as chaves do reino dos céus. E tudo o que atares sobre a terra será atado também nos céus; e tudo o que desatares sobre a terra será desatado também nos céus.(Mt 16, 19)

O chefe humano da Igreja divina

Deus quer elevar a humanidade até Ele. O seu próprio Filho, ao entrar na raça dos homens, uniu numa só pessoa a divindade infinita e a nossa natureza humana. O Filho de Deus fez-se homem para fazer de nós, criaturas humanas, filhos de Deus. E a sua Encarnação terá uma continuidade eterna: a Igreja, por cujo intermédio entramos na família divina.

A Igreja faz de todos nós membros de um corpo de que Jesus Cristo é a cabeça. O Espírito Santo infunde nela a vida divina e liga cada uma das nossas almas a Jesus Cristo. Só Deus pode, na verdade, ser o autor da nossa divinização. São Paulo, a propósito do matrimônio, fala-nos do amor de Jesus Cristo pela sua Igreja: Cristo amou a Igreja e por ela se entregou a si mesmo, para santificá-la, purificando-a no batismo da água pela palavra da vida, a fim de apresentá-la a si mesmo, gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e imaculada (Ef 5, 25-27).

Para esta obra de santificação, Cristo estabeleceu na sua Igreja o sacerdócio, transmissor da sua própria vida divina. Mas o sacerdócio na Igreja necessita de uma autoridade reguladora, de um poder visível que coordene e dirija a atividade dos Apóstolos, que mantenha em toda a sua pureza os ensinamentos do Mestre e que assegure a unidade entre todos os membros. Continuar lendo

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A Tiara papal ou Triregnum

[vdsdotal]
 
Via ARS
É a coroa papal, um rico acessório para a cabeça, ornado com pérolas e pedras preciosas, com a forma semelhante à de uma colmeia, encimada por uma pequena cruz, e circulada por três diademas reais. Por conta dos três diademas é às vezes chamada de triregnum. A tiara é um ornamento não-litúrgico, que, portanto, só é utilizado para ocasiões não-litúrgicas, procissões cerimoniais indo para ou voltando de uma igreja, procissões papais cerimoniais, tal como houve em determinadas ocasiões até Rome ser ocupada pelos piemonteses, e em atos solenes de jurisdição, como, por exemplo, decisões dogmáticas solenes. O papa, como os bispos, usa a mitra em funções litúrgicas pontificais. A tiara é mencionada pela primeira vez na “Vita” do Papa Constantino (708-715) contida no “Liber Pontificalis”. Ela aí é chamada de camelaucume é mencionada no que se chama de “Constitutum Constantini”, a suposta Doação do Imperador Constantino, provavelmente inventada no séc. VIII. Dentre a prerrogativas atribuídas ao papa neste documento, há especialmente um ornamento branco para a cabeça chamado phrygium, que o distinguia. Isto naturalmente pressupõe que, no tempo em que o documento foi escrito, era costumeiro o papa usar tal ornamento. Três períodos podem ser distinguidos no desenvolvimento da tiara. O primeiro período vai até o tempo em que esta era adornada com um diadema real; neste período, o ornamento papal para a cabeça era, como claramente se conhece pelo “Constitutum Constantini” e pelo Ordo IX de Mabillon (séc. IX), meramente um chapéu de material branco semelhante a um capacete. Pode ter havido um corte ao redor da borda inferior do chapéu, mas este ainda não tinha de modo algum o caráter de um diadema real. Não é positivamente conhecida a data em que a cobertura de cabeça papal foi adornada com um tal diadema. Na época da Doação de Constantino, isto é, no séc. VIII, a cobertura de cabeça papal ainda não tinha nenhum diadema real, como é evidente, pelo texto do documento. No séc. IX também nenhum diadema parece ter existido. É verdade que o Ordo IX chama o chapéu papal de regnum, mas a descrição que o Ordo dá deste chapéu nada tem de uma coroa, mas apenas que o regnum era um chapéu/boné semelhante a um capacete, feito de material branco. Os resquícios de monumentos não dão pistas quanto ao período em que a cobertura de cabeça papal passou a ser ornada com um diadema real. Até o séc. XII, a tiara era não só raramente representada na arte, mas também é incerto se a faixa decorativa na borda inferior destina-se a representar apenas um corte ou um diadema. Isto é ainda mais verdade quanto à representação da tiara nas moedas de Sérgio III (904-911) e Bento VII (974-983), as únicas representações do séc. X e também as mais antigas. Provavelmente, a cobertura de cabeça papal recebeu a tiara no momento em que a mitra se desenvolveu a partir da tiara, talvez no séc. X, a fim de distinguir a mitra e a tiara uma da outra. Em qualquer caso, a última foi provida de uma coroa por volta de 1130, como se aprende de uma declaração de Suger de Saint-Denis [um famoso abade francês, de importância no tocante à arquitetura gótica]. A primeira aparição comprovada da palavratiara como designação da cobertura de cabeça papal está na vida de Pascoal II (1099-1118), no “Liber Pontificalis”. Continuar lendo

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